Quanto há no mundo do trabalho de puro e de bom, sem implacáveis invejas nem inconfessáveis vontades?
Quanto há nas coisas do ter e do poder, de realmente justo?
Ou quanto do sucesso de cada um se deve ao mérito?
E quanto não se deve?
E o que é que sobeja daí?
O que é que pensa aquele que sobe?
- Que merece ou que quer somente?
E aquele que cai?
Será que pensa ou apenas sente?
Será que se levanta?
-A queda pensa-se ou sente-se?-
Ao que parece, nada de tudo isto importa. E sendo tudo isso parte de todos nós, então nada de todos nós importa, porque nada ou nenhum de nós se parece importar com algo ou algum de nós, nós apenas e só nos parecemos importar com nós mesmos. E nada mais.
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