quarta-feira, 27 de agosto de 2008

La Palisse Vs. Marx

Quanto há no mundo do trabalho de puro e de bom, sem implacáveis invejas nem inconfessáveis vontades?
Quanto há nas coisas do ter e do poder, de realmente justo?
Ou quanto do sucesso de cada um se deve ao mérito?
E quanto não se deve?
E o que é que sobeja daí?
O que é que pensa aquele que sobe?
- Que merece ou que quer somente?
E aquele que cai?
Será que pensa ou apenas sente?
Será que se levanta?
-A queda pensa-se ou sente-se?-
Ao que parece, nada de tudo isto importa. E sendo tudo isso parte de todos nós, então nada de todos nós importa, porque nada ou nenhum de nós se parece importar com algo ou algum de nós, nós apenas e só nos parecemos importar com nós mesmos. E nada mais.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

De Luar Vestido

Meu amor, porque não ris?
Porque pões em causa todo o meu acto?
Sabes que fazer rir não é como se diz
e também... Não é meu o fato.

Oh minha flor, porque estás triste?
- Porque não sei fazer de Lua?...
Saio já de braços em riste
e vou comprar uma na rua!

Não queres? - Sou pateta?!
Oh pesarosa constatação!
Se não posso ser poeta
de quem me tem o coração!...

Por ti, entregaria o que fosse preciso:
Até os luares da minha meninice!
Pelos teus risos daria o juízo
e por teus lábios quanto conseguisse!

Eu sei que o luar não se vende...
E nem tendo eu a Lua por prima...
Fugiu do céu mas decerto se arrepende
de te ver triste e olhando para cima...

Oh Lua, se tens coragem!
Vem cá fazer sorrir a minha menina!
E toma lá a tua inútil roupagem
que me emprestaste para a pantomima!

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Dos Sonhos Idos

Apanharam-te.
E encerraram o teu passo de miúdo no castelo das pedras gotejantes.
Mataram-te.
E à míngua de sonho, amor e fé, te deixaram esquecido, onde nunca estiveras antes.
Passaram-te a mão na nuca e afagaram a tua já cadáver vontade.
Disseram-te que não importa, que aprenderias com a idade.
Aturaram a tua revolta e puseram-te compressas na dor.
Alguém te ofereceu uma flor...
Tudo calmamente,
tudo irrealmente,
tudo perfeitamente, como se tu nada visses!
Tudo vomitadamente, como se tu não sentisses a raiva a gangrenar-te o peito!
- Quem me acode, que eu vou fazer uma desgraça!?
(Quem me sustenta, que eu vou fazer uma tolice?!) -
Esbarraste, em cima da cama em que caíste,
com a perfeita máscara cinzenta que lá te estenderam...
Tens os ossos frios agora,
tens a alma fria e de fora,
tens nas mãos o coração que te chora
e por dentro a carne que não sentes...
Vestes a pele que te deixaram.
E caminhas em direcção ao escritório do mundo.
Quase consegues cheirar a imortalidade ao fundo...
Mas não.
É só a tua cara que se enche de suor,
é só o apertar dos punhos que te estala os dedos.
São-te só os pés a caminhar para trás
e os olhos estacando-te quedos.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Vós Os Que Rastejais:

Fazei-vos úteis.
Tornai-vos homens e mulheres.
Tende vergonha na cara.
E desaparecei...

Porque esta moral é minha.
Porque este chorar é meu.
Porque dizer assim não vinha,
se fosse vós e não eu.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Slalom Encarpado Com Desmaio À Retaguarda.

Que nervos, merda! Que nervos!
Sinto-os num estribilho, logo abaixo da minha pele.
O sangue ferve-me nas veias, disparado e borbulhante.
Ai a mola a disparar certeira!
Os jactos circulantes a revolverem-me os olhos.
Os dentes a apertar na mandíbula encravada.
Os passos curtos e atirados, enviezando a trajectória.
O desassossego galopante do meu corpo feito bala!
A cara apenas à frente, como rude camuflagem...
Como é triste, áspera e crua esta inquietação!
Como frustra e desorienta!
Como desespera e arrebenta toda a minha objectivação!
Como? Como? Como? Omo? Omo? Omo? Amo! Amo! Amo! Clamo! Clamo! Clamo! Exclamo! Exclamo! Exclamo! Reclamo! Reclamo! Reclamo! Declamo! Declamo! Declamo! Derramo! Derramo! Derramo! Desamo. Desamo. Desamo. Desarmo! Desarmo! Desarmo! Desisto... Desisto... Desisto... Resisto! Resisto! Resisto!
Luto!
Venço!
Vingo!
(Vão).
Caio.
Morro.
Esqueço.
Não.

terça-feira, 29 de julho de 2008

A (In)Felicidade

É não fazer com que alguém se sinta mal.
É não destruir um sorriso com a bílis.
É não ser um verme de existência sem sentido.
É não se alimentar da energia do Homem.
É não agredir.
É não pisar.
É não desrespeitar.
É não magoar.
É não ser um filho da puta.
É um princípio e não um fim.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Sonho Vão

Esmaga-me alguém as costas com pisadelas medonhas
Pontapeiam-me as costelas até
Cuspir sangue
Desmaio e
Vou parar ao hospital onde
Acordo já de pé
Dou um murro estilhaçante no chefe descoroçoado e
Respiro pesado como um pesado saco de areia a ribombar por coração
Apertam-me os pulmões e
Obrigam-me a gemer
Agito-me desconfortado e a
Rebentar de arreliação
Mergulho de novo no vácuo para
Escapar
Voo para o fundo negro amniótico da inusitada ilusão
Voo escarpa abaixo mente acima - consciência - sonho vão.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Teatricalikaze

A luz acende sobre a cortina e todos se calam.
A música irrompe invadindo a sala.
Um ser pequenino espreita timidamente...
Tudo explode para cima do público, numa onda de energia que vaga a sala inteira, bate no fundo e volta para trás!
Lá em cima, o pequenino artista, "surfa" as cabeças dos espectadores, agora transformado num demónio invencível. Salta, canta, dança e faz o pino, urrando palavras e gargalhadas estridentes!
Devora e hipnotiza o ambiente. Destemido e confiante, parece um domador de leões!
Com as feras em sentido, manobra a sua arte e faz passar a todos, a sua mensagem.
Termina o seu número.
Retira-se lentamente do palco, depois de voltar as costas ao público, como o toureiro faz ao touro domado...
Ao ritmo dos seus passos marcados, a música, a luz, a máquina, desvanecem-se, parecendo querer segui-lo em silêncio. - Para onde irá, depois que volta à escuridão dos bastidores? A que cheirarão os buracos nas telhas e as marcas de humidade nas paredes? -
A cortina cai, e os leões, terminada a hipnose, voltam à vida, rugindo agora como se calhar, nunca.
De novo pequenino, reaparece aquele ser tímido e vulnerável.
Aproxima-se da ribalta e dos leões que rejubilam, ávidos por um pedaço da sua carne.
Ele, sem saber porquê, esboça um sorriso, e agradece...

terça-feira, 20 de maio de 2008

Surreal?






















- Surreal é a realidade...


domingo, 18 de maio de 2008

Sapo

Mantêm-te calmo.
Não discutas.
Nem fales mal dos outros à boca pequena.
Não conspires na sombra;
nem prenuncies um Novo Mundo...
Tudo o que possas pensar que é só teu, já está farto e gasto de ser inventado...
Não leves a mal.
Nem te sintas quartado.
Aqui, ninguém quer limitar a tua autêntica e jorrante mente criativa;
resfolegante de tão imaginariamente açaimada...!
Sustém o fôlego;
e expira depois, desabridamente...
Repete o exercício até se desapertar o nó na tua garganta.
Isso...
Engole...
É o melhor que tens a fazer face ao fracasso da tua vaidade:
engole o tamanho da tua insignificância, chama-me cínico e vai para casa!
Come um iogurte;
deita-te banalmente no sofá e contempla a face do mal;
contenta-te por estares simultaneamente dentro e fora dele...
Estende uma manta sobre as pernas e desculpa o conforto do teu lar com a ideia de que
já não és um bandalho.
Agora, estás pronto para a engorda...
E esta noite dormirás descansado;
pois tornaste-te consciente...

sábado, 17 de maio de 2008


Ínsua
Eu quis levantar os braços ao céu
e beber o Sol de frente
quis correr perdidamente
perder o equilíbrio e cair.
Eu quis rebolar no cheiro da erva
despir a camisola e lançá-la ao ar
quis assim quase nu rebolar
pelo chão do meu país.
E quis mergulhar no rio
provar da água no seu leito
eu quis ser o fugitivo perfeito
deste quotidiano quotidiano.
E quis afundar minhas mãos no lodo
sentir o seu abraço fétido
eu quis ser o homem intrépido
que apenas faz o que quer.
Eu quis tanto e quis tanta coisa
e supus que tudo era sentimento
ignorava aí o pensamento
que agora tão nitidamente me guia:
O de que tudo é vida e tudo é sonho
tudo é triste e quiçá risonho
todos magoamos e somos magoados
e todos triunfamos mas todos somos olvidados...

terça-feira, 13 de maio de 2008

Momento de Outono

Não consigo escrever mais.
As palavras são poucas e não saem.
Os pensamentos, ténues e fugazes como vislumbres de uma luz baça e opaca.
Esfumam-se-me as ideias, como centelhas de fogo-de-artifício estragado...
Qualquer tentativa de criar é neste momento pura pólvora seca.
- E a culpa de quem é?
- Da minha falta de sistematização talvez. -
(Alguém tem de pagar a factura e eu estou demasiado aborrecido e deprimido para isso...)
Não estou cansado;
nem triste;
muito menos suicida ou desesperado;
Estou bem.
Sinto-me bem...
Apenas desinspirado,
absorto e cinzento como a estação.
E talvez com falta de mimo.
É isso...
Estou mimalho e só me apetecem chinelos e estupidificações no sofá...
(Acho que estou com falta de químicos...
Miligramas de decisão...
Unidoses de confiança...
Repartidas em três tomas diárias.
Tudo muito confortável...
Comprimidos que vivem por nós.
Fantástico...
Não é?
Quem pensar o contrário, que enfie a sua verdade no cú e me deixe em paz...
Estou-me cagando.
Quem quiser que sofra pela não culpa de viver...
Eu não.)

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Apresentação.







Nasci a 28 de Abril de 1979, em Viana do Castelo. Ainda com meses, os meus pais mudaram-se para Braga, onde vivi até aos quatro anos. Viemos então viver para Darque, onde aos seis, entrei para a Escola Básica nº2 da Senhora das Oliveiras. Algures durante a instrução primária, mudámos para o então nº 130 da Rua C, hoje nº 148 da Rua da Magnólia, onde ainda vivem os meus pais, e eu com eles. Frequentei os 5º e 6º anos de escolaridade na Escola Preparatória Frei Bartolomeu dos Mártires, em Viana do Castelo. No ano seguinte, ingressei na Escola C+S de Darque, onde fiz os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade. Durante este período, fui também jogador de futebol federado, nas camadas jovens da Associação Desportiva Darquense. De resto, fiz a formação regular até ao escalão Júnior, altura em que abandonei a modalidade em favor de outra bem mais estúpida e nefasta, ainda que muito mais na moda... Comecei a fumar com dezasseis anos, quando já frequentava o 10º Ano de escolaridade, na Escola Secundária de Monserrate, em Viana do Castelo, e infelizmente para os meus pulmões e carteiras (fui tendo algumas diferentes desde então), ainda não me decidi a deixar definitivamente. Tenho muito respeito pelo tabaco e como tal, considero-o mesmo a pior das drogas. Talvez por isso, reserve um lugar especial para o acto de fumar no meu coração, e dou-lhe mesmo a honra de ser o meu derradeiro vício, que espero, naturalmente, um dia, vencer.
Pelos dias do meu ensino secundário, pensava ser advogado, até porque descobri que ficava muito bem dizê-lo. Hoje, acho que nunca acreditei realmente que o seria... Trabalhei durante esses três anos, no Foz Café e no Aquário Bar, da Praia do Cabedelo, em Darque, precisamente no apogeu destas casas. Orgulho-me q.b. de ter começado a trabalhar aos dezasseis anos por iniciativa própria, sem outra razão para isso para além da minha eterna ânsia por liberdade e independência. De tal forma, que rapidamente se me meteu na cabeça juntar o dinheiro suficiente para comprar uma mota. Foi notável a intransigência do meu pai, que conseguiu demover-me de o fazer, ainda que o dinheiro fosse meu. Hoje, só lhe posso agradecer, até porque esse dinheiro, guardado numa conta até depois dos meus dezoito anos, me foi bem mais útil então do que teria sido na altura.
Tinha dezassete anos e estava no 11º ano, quando aconteceu o facto mais determinante da minha vida, até agora.
Casualmente, sem procurar, sem aviso nem preparação prévias, tropecei em algo em que nunca tinha reparado e que nunca sequer compreendera. Nunca ninguém mo havia mostrado nem despertado o meu interesse para tal. E não, não falo do Amor, até porque esse, eu achava que já conhecia. Como muitas outras coisas na vida, só mais tarde me chegou em toda a sua força e beleza. Falava sim, e falo, do Teatro! Com dezassete anos, borbulhas e complexos por ser magro, em Viana do Castelo, um rapaz descobre que existe uma arte à qual umas pessoas (algumas, poucas, nem todas, mais aquelas que parecem ligar pouco a ser doutor e às vaidades materiais) se dedicam, ou a tempo inteiro, ou a meio tempo, ou ainda como passatempo, mas todas, sem excepção, com um grande amor e devoção, ou pelo menos, com uma mão cheia de sonhos e mundos por realizar.
Durante os meses seguintes, dediquei-me e fui-me dedicando, cada vez menos a brincar e mais a sonhar, a essa arte para a qual tinha despertado, e numa noite de maio de 1996, soube, quando pisei pela primeira vez o palco do Meu teatro, o Sá de Miranda, num sarau cultural da escola, que era ali, no calor e na luz, no precipício e na vertigem, entre o medo e a coragem, até que a cortina se feche e faça de mortalha à noite, que eu queria passar a estar; sempre; e para sempre... Ámen! Desde então tudo foi evoluindo, não sem percalços nem acidentes de percurso, a um ritmo mais ou menos constante e sempre com o mesmo objectivo em pano de fundo, num ciclo crescente de dedicação, responsabilidade e sucesso (este relativo, não o sucesso das parangonas mas sim o meu, muito pessoal e privado e do qual me orgulho.)
Pelo meio ficaram uma ida para a universidade, para um curso de relações públicas de que até gostava, mas que só poderia realmente preencher-me se eu vivesse outra vida que não esta. Talvez para a próxima... Ainda antes, já tinha tentado entrar no Conservatório Nacional, para o curso de Teatro. Não consegui e na altura quase desisti, por me achar diminuído por essa frustração e também pela falta de perspectivas na área. Tive a sorte de perseverar e de já então trabalhar com pessoas que acreditavam em mim o suficiente para me permitirem continuar a aprender e a fazer Teatro.
Com a minha não ida para o Conservatório, aprendi que não é actor quem quer, mas sim quem é e se sente actor e isso, ninguém pode dizer por nós. É preciso dizê-lo de nós para connosco mesmos.
Neste percurso pelo Teatro, que é também o da minha vida, tenho tido muita sorte. Acho que também fiz e continuo a fazer por isso. Continuo a querer hoje o mesmo que me propus atingir quando comecei e não me posso queixar senão do que não fiz ou quis arriscar: viver do e para o teatro, sobreviver e sustentar-me através dele; tudo o que vier para além disso, será lucro.
Ilustro isto com uma citação da personagem Nina, d´"A Gaivota", de Tchekov: "Quando estou no palco, sinto-me inebriada de alegria. (...) percebi que no nosso trabalho -e tanto faz estar no palco como escrever- o importante não é ter êxito, nem tão pouco glória, nem nada do que eu sonhava- o importante é conseguir aguentar. Saber levar a cruz, e ter fé. Quando penso na minha profissão, já não tenho medo da vida."
Sou este de que vos falo e este é o meu blogue. Nele falarei obviamente de mim, do Teatro que vejo e que faço e daquilo que me move, apaixona, revolta ou repugna.
Espero que gostem.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Inauguração!!


























































Hoje, 31 de Janeiro do ano da desgraça de 2008, nasce este meu/ vosso/ mas mais meu que vosso, blogue. Da necessidade de maior espaço na net, (estou a ganhar barriga, hi5 e afins já não chegavam), assim como da urgência de ter o meu C. V. também online (é muito melhor suporte que o papel, mais ecológico e mais chique também), venho assim ocupar uns milibites de espaço virtual, que espero, não façam falta a ninguém.
Mas isto de ter um blogue é uma responsabilidade muito maior do que fazer parte de um desses quaisquer sites da treta, onde, a pretexto de encontrar o Plácido, que foi connosco acólito lá na missa da freguesia, toda a gente tem desculpa para convidar quem quiser para o que quiser, apresentando-se como bem entender. É necessário ao "bloguer" (não estranhem se não virem o termo no dicionário, é que é novo, tipo o "bué", de há uns anos...) criar uma empatia com o leitor, uma relação causa-efeito de qualquer natureza, um "je ne sais quois" (porque não sei mesmo!) com aqueles que, ou são seus amigos e se rendem à coacção por ele exercida para visitarem o dito blog, ou que, por desmando de um motor de busca deficiente, se vêem despejados nele. Seja qual for o seu caso, não se preocupe. Eu não estou preocupado com a qualidade dos conteúdos deste espaço, que podiam ser, qualquer deles, de natureza, gosto e valor muito discutíveis, portanto ambíguos, e logo, nada científicos. Não, caro meu amigo ou despejado pelo Google! Eu não o vou agredir com nenhuma patacoada egocêntrica do estilo "Este sou eu no Nepal. Gostei muito!", ou com qualquer masturbação intelectual do tipo "As persianas da minha vizinha estão fechadas, e está nevoeiro, não lá fora mas em mim..." (até porque tratar-se-ia isto de uma inexactidão, toda a gente sabe que ninguém tem nevoeiro dentro de si!..)... Eu, primeiro que tudo, quero estabelecer consigo, sim, consigo que me lê, com "vocêzinho" que está aí desse lado a interrogar-se porque ainda fala comigo quando me vê, ou então porque não estão à sua frente as mamas que tinha pedido, ou ainda as duas coisas, consigo em particular, eu quero criar essa relação, essa causa-efeito, esse je ne sais quoi (até porque continuo sem saber!), enfim, o que você quiser, com a natureza que você lhe queira dar, desde que seja virtual!
E para isso, o fundamental, é dar-me a conhecer.
Para isso também, e caso assim o entenda, prossiga para a próxima entrada de texto...